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PORQUE É QUE ENGORDAMOS E O QUE DEVEMOS FAZER?


Nós dependemos de ácidos gordos para obter energia nas horas seguinte a uma refeição, à medida que o nível de açúcar no sangue cai para o nível anterior. 

Contudo, a insulina inibe a liberação de ácidos gordos pelas células adiposas e diz às outras células do corpo para queimarem carboidratos. 

Então, conforme o açúcar no sangue retorna a um nível saudável, precisamos de uma fonte de energia substituta.

Se a insulina estiver elevada, a gordura não estará disponível e tampouco a proteína, que as nossas células também podem usar como combustível se necessário: a insulina também atua para manter as proteínas nos músculos.

Assim, não podemos usar os carboidratos que armazenamos no fígado e no tecido muscular, porque a insulina mantém essas reservas igualmente indisponíveis.

Em consequência, as células ficam famintas por combustível. Ou comemos mais cedo, ou
comemos mais do que comeríamos, ou as duas coisas. Tudo o que nos faça engordar vai fazer-nos comer em excesso.

É isso o que a insulina faz.

Enquanto isso, o nosso corpo está a crescer porque estamos a acumular gordura, portanto a nossa necessidade de combustível está a aumentar.

Quando engordamos, também ganhamos músculos para sustentar essa gordura. 

(Em parte, graças, mais uma vez, à insulina, que garante que a proteína que consumimos seja usada para restaurar os órgãos e as células musculares e construir mais músculos, se necessário.)

Então, à medida que engordamos, o nosso desejo por energia aumenta e, por essa razão, o nosso apetite também aumenta, em particular, o apetite por carboidratos.

Este é um ciclo vicioso e é precisamente o que gostaríamos de evitar. 

Se somos predispostos a engordar, somos levados a sentir um desejo incontrolado pelos alimentos ricos em carboidratos porque esse é o único nutriente que as nossas células queimam como combustível quando a insulina está elevada.